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Termografia em Equipamentos e Subestações - Periodicidade

02/07/2018 - 10:00:00

A termografia, quando é definida e adotada como sendo um dos métodos de inspeção e monitoramento de componentes em sistemas elétricos AT e BT, tem a sua execução recomendada:

A cada alteração da sazonalidade ao aumento da demanda de operação, antes das paradas programadas do circuito energizado quando das manutenções preventivas ou corretivas planejadas em cronograma e posteriormente à sua reinspeção para a avaliação e aferição do sucesso dessas intervenções corretivas preferencialmente em até 48 h das suas execuções,

Após a instalação de novos componentes ou acréscimo de circuitos ou cargas nos sistemas elétricos,  após alteração do projeto ou melhoria da instalação,

Após a ocorrência de curtos-circuitos ou sobrecargas em anomalias existentes sob monitoramento,  após a primeira energização com carga da instalação,

Quando da energização inicial e também durante o primeiro funcionamento dos motores elétricos ou dos circuitos dos painéis instalados quando novos;

Em sistemas elétricos, como transformadores, painéis elétricos e seus componentes, motores, linhas de transmissão, banco de baterias, bancos de capacitores equipamentos de manobra, entre outros.

 

Em equipamentos mecânicos, anomalias por aquecimento são usualmente criadas por atrito causado por lubrificação imprópria, desalinhamento, componentes aquecidos ou alterações de cargas mecânicas. Da mesma forma que o descrito anteriormente, anomalias caracterizadas por temperaturas reduzidas são usualmente causadas por falha de componentes.

O intervalo recomendado entre as inspeções termográficas é de seis meses para os sistemas elétricos citados acima, não devendo, na impossibilidade de se cumprir esse período, ser superior a 18 meses.

1 - Requisitos Mínimo de Manutenção

 
Os Requisitos Mínimos de Manutenção definem as atividades mínimas de manutenção preditiva e preventiva e suas periodicidades para transformadores de potência e autotransformadores, reatores de potência, banco de capacitores paralelos, disjuntores, chaves seccionadoras, transformadores para instrumentos, para-raios e linhas de transmissão.

As atividades e periodicidades de manutenção para outros equipamentos, inclusive para os sistemas de proteção e serviços auxiliares, apesar de não constarem nos Requisitos Mínimos de Manutenção, devem estar especificadas nos planos de manutenção das transmissoras.

As atividades estabelecidas neste documento não constituem o conjunto completo de atividades necessárias à manutenção dos equipamentos e linhas de transmissão, mas o mínimo aceitável do ponto de vista regulatório. Assim, cabe à transmissora estabelecer seu plano de manutenção, com base nas normas técnicas, nos manuais dos fabricantes, nas boas práticas de engenharia e nos conhecimentos específicos adquiridos pelas concessionárias na manutenção dos equipamentos, a fim de garantir a prestação do serviço adequado e a conservação das instalações sob sua concessão.

A partir dos resultados das manutenções preditivas e preventivas a transmissora deve programar as manutenções decorrentes ou monitorar as anomalias verificadas.

As manutenções preventivas só poderão ser realizadas em intervalos superiores aos estabelecidos neste plano quando forem adotadas técnicas de manutenção baseadas na condição ou na confiabilidade. Neste caso, deverá ser apresentado laudo técnico que aponte a condição do equipamento que justifique a postergação da manutenção preventiva baseada no tempo.
 
2 - Manutenção Preditiva
 
As atividades mínimas de manutenção preditiva em subestações consistem em:
  • As atividades mínimas de manutenção preditiva em subestações consistem em:
  • As atividades mínimas de manutenção preditiva em subestações consistem em:

As inspeções termográficas em subestações devem ser realizadas, no mínimo, a cada seis meses, devendo ser avaliados todos os equipamentos de alta tensão da subestação e não apenas as conexões.

Texto extraído na sua totalidade do documento ANEEL 2015669 e da NBR 15763/2009 “ Critério de definição de periodicidade de inspeção em sistemas elétricos de potencia”. Com alguns acréscimos e decréscimos, d eexperiencia de campo do time de engenharia da FAW7 Engenharia.

 

 


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